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segunda-feira, 25 de março de 2019

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Baile da Vogue 2019: as histórias que inspiraram alguns dos looks mais incríveis

Sabrina Sato, Aline Weber e Zeze Motta foram personalidades que usaram looks que vão além de tendências e carregam significados.
Sabrina Sato de Tomo Koizumi (Foto: Lu Prezia)

Volumes, bordados, brilhos e muito dourado não faltaram na 15ª edição do Baile da Vogue, que aconteceu neste sábado (23.03), no hotel Unique, em São Paulo. E por trás das produções deslumbrantes há muitos significados: caso do vestido de Sabrina Sato, que celebra o amor e a vida, e o de Aline Weber, que endossa a sua preocupação com o meio ambiente. A seguir, confira a história destas e outras produções da festa. 
Sabrina Sato
A cada edição do Baile da Vogue, Sabrina Sato causa expectativa com seus looks,
que sempre atraem todos os holofotes. Este ano não foi diferente: a apresentadora chegou a bordo de um vestido assinado por Tomo Koizumi, japonês de 30 anos que viu sua marca ser catapultada para a fama mundial no universo fashionista após um desfile improvisado pela stylist Katie Grand na flagship de Marc Jacobs, na última semana de moda em Nova York;
Stylist de Sabrina, o diretor de moda da Vogue Pedro Sales contou que ficou completamente obcecado pelo trabalho de Tomo. "Imediatamente decidi que a Sabrina tinha que usar um de seus looks para o Baile da Vogue", conta. 
A peça eleita foi um vestido longo volumoso todo em organza de seda franzida e de cores ultravibrantes. A escolha não foi à toa: "Quis celebrar a vida e o amor através das cores. O vestido é pura cor", comenta Sabrina. "Os tons do vestido a complementam perfeitamente pois ela tem uma energia fortíssima", acrescenta Tomo. 

Alexandra Loras (Foto: Caio Ramalho)

Alexandra Loras
Um dos vestidos usado pela ex-consulesa da França, escritora e palestrante Alexandra Loras foi criado para refletir sua personalidade guerreira, segundo a estislista Flayza Vieira, que desenvolveu a peça especialmente para ela usar nesta noite. Além disso, a saia do vestido frase que norteia a vida de Loras: "Desde que minha casa se queimou, pude ver mais claramente a lua." 

Aline Weber de Fabiana Milazzo (Foto: Lu Prezia)

Aline Weber
A modelo brasileira Aline Weber tem um histórico na luta em prol das causas ambientais: ela é engajada em ações sociais que chamam atenção para poluição dos rios do povo do Xingu e o uso de agrotóxicos nas plantações de soja do Mato Grosso. Além disso, foi promotora de uma petição contra o desmatamento da Amazônia durante a semana de moda de Nova York. 

No Baile da Vogue 2019, Aline quis endossar o seu comprometimento com o meio ambiente por meio da moda: a modelo usou um vestido 100% sustentável, assinado pela estilista mineira Fabiana Milazzo. 
Utilizando a técnica do upcycling, Fabiana juntou pedaços de tecidos que seriam descartados e elaborou um novo tecido a partir desses retalhos para criar a peça. O vestido faz parte do projeto “Renovarte” de Milazzo, que busca minimizar os impactos ambientais com o descarte de tecidos.
"Acredito que essa é uma oportunidade de chamar atenção também para a questão da consciência na moda, de que somos responsáveis pelo nosso entorno, pela preservação da saúde do mundo", comenta a modelo. 
Zeze Motta (Foto: Lu Prezia)

Zeze Motta
Uma das musas do Baile da Vogue de 2018, Zeze Motta fez questão de usar um look da terra de Chica da Silva, escrava posteriormente alforriada que viveu em Minas Gerais durante a segunda metade do século XVIII, para a edição deste ano da festa.

O vestido escolhido foi feito com exclusividade para a atriz e cantora pela grife Dona Jandira, especializada em bordados. “Queria que a minha roupa fosse do interior, de gente como a gente”, afirma.
No auge de seus 74 anos, Zezé é um ícone da cultura negra no país, e filha de Oxum, deusa do ouro e da fertilidade, que ela também escolheu homenagear pela cor de seu vestido.
Fluvia Lacerda de Fethie (Foto: Caio Ramalho)

Fluvia Lacerda
Em sintonia com o tema do baile, a modelo Fluvia Larcerda mergulhou no universo das óperas para encontrar inspiração para o seu visual, e se vestiu de Carmen, personagem-título da obra que estreou em Paris em 1875. De caráter transgressor, a protagonista é uma cigana que seduz o soldado José, que chega a se separar de sua namorada (apesar de Carmen desistir de ficar com ele e trocá-lo pelo toureiro Escamillo).

Durante a festa, Fluvia, uma das modelos curvy brasileiras mais famosas, disse que estava se sentindo belíssima a bordo do vestido ombro a ombro de renda com bordados dourados e vermelhos assinado pela grife Fethie. 

   
 

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